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	<title>Helena Wergles</title>
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	<description>intérprete e tradutora · interpreter and translator</description>
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		<title>Tradução simultânea ou consecutiva online?</title>
		<link>https://helenaw.com.br/traducao-simultanea-ou-consecutiva-online/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena Wergles]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jul 2021 17:18:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[conference interpreting]]></category>
		<category><![CDATA[Simultaneous translation]]></category>
		<category><![CDATA[Tradução Simultânea]]></category>
		<category><![CDATA[interpretação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há cenários em que a tradução simultânea é a mais indicada (quase todos!). Mas, claro que há espaço para a consecutiva. É uma modalidade muito importante, por exemplo, quando se trata de assuntos políticos em que se precisa olhar olho no olho, sem ter a atenção dividida com a voz do intérprete. Entretanto, a consecutiva [&#8230;]</p>
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<p>Há cenários em que a tradução simultânea é a mais indicada (quase todos!).  Mas, claro que há espaço para a consecutiva. É uma modalidade muito importante, por exemplo, quando se trata de assuntos políticos em que se precisa olhar olho no olho, sem ter a atenção dividida com a voz do intérprete. Entretanto, a consecutiva brilha apenas em ocasiões pontuais.</p>



<p>Qual é a grande vantagem da tradução simultânea sobre a consecutiva? TEMPO. Dizem que é dinheiro, certo? Mais que dinheiro, <em>time is of the essence</em>, a essência da vida!</p>



<p>Como isso tem a ver com interpretação consecutiva? Bem, digamos que uma palestra vá durar 1h. <strong>Se for ter tradução consecutiva, o palestrante precisa, na verdade, desenvolver conteúdo para 20 minutos.</strong> Só isso? Sim, pois outros 20 irão na interpretação e ficam 20 para perguntas e respostas (também interpretadas consecutivamente).</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://helenaw.com.br/wp-content/uploads/2021/07/Time-running-out.png" alt="O tempo vale ouro" class="wp-image-1754" width="738"/><figcaption>O tempo é o bem mais precioso que temos.</figcaption></figure></div>



<p><strong>Quando se trata de interpretação online (<em>Remote Simultaneous Interpretation</em>, ou RSI para os íntimos da indústria), a ênfase na tradução simultânea aumenta.</strong> Estamos em 2021: praticamente todo mundo já participou de reuniões via <em>Zoom</em>, <em>Teams </em>ou <em>Meet</em>. Passar horas olhando para uma tela é cansativo e as distrações são muitas: do carro do ovo à obra do vizinho, passando por pets, crianças, probleminhas na internet&#8230; Pedir que uma pessoa fique diante de uma tela durante 2x mais o tempo que ela deveria ficar, para a tradução consecutiva, é quase crueldade!</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como é feita a tradução simultânea remota?</h2>



<p>A plataforma Zoom, até o momento, é a única ferramenta de amplo uso que possibilita a realização de tradução simultânea online. Mas é preciso ter a conta corporativa e verificar se a conta tem a funcionalidade de interpretação. Quando for agendar sua reunião, lembre de marcar a opção da interpretação simultânea nas configurações do agendamento. <em>Voilà!</em></p>



<p>Estamos no auge da era do dinamismo, contratantes! Vamos surfar a onda!</p>



<p>Colegas intérpretes que estiverem lendo este post: recomendo que sempre tentem explicar as questões de tempo suscitadas pela interpretação consecutiva aos contratantes. Quando ignoradas, o resultado normalmente é frustração: do palestrante, que correu ou não fechou seu conteúdo, dos participantes porque não absorveram tudo e da organização do evento.</p>



<p>E é isso: a tradução simultânea remota veio para ficar!</p>
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		<title>A tradução simultânea&#8230; explicada?</title>
		<link>https://helenaw.com.br/a-traducao-simultanea-explicada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena Wergles]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 May 2021 19:16:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Simultaneous translation]]></category>
		<category><![CDATA[Tradução Simultânea]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa sobre tradução simultânea]]></category>
		<category><![CDATA[teoria da tradução simultânea]]></category>
		<category><![CDATA[tradução remota]]></category>
		<category><![CDATA[tradução simultanea]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Será que tradução simultânea é só "sentar e fazer"?</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="1734" class="elementor elementor-1734">
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				<p> </p><p>Opa, peraí, tradução simultânea explicada? Simples! Palestrante fala, o intérprete repete no outro idioma. Não é isso?</p><p> </p><p>Bem, não deixa de ser isso, mas o fato é que pesquisadores do mundo inteiro vêm tentando destrinchar melhor um pouco mais esta atividade ao longo dos poucos anos que esta prática existe enquanto prática de tradução oral intermediada por aparelhos.</p><p> </p><p>Sim, pois &#8220;interpretação&#8221; sempre existiu: gosto de imaginar mercadores antiquíssimos tentando negociar descontos através de intérpretes improvisados. Quantas guerras (ou armistícios, espero!) foram causados por uma interpretação consecutiva/intermitente ali de última hora praticada sem técnica nenhuma por uma pessoa que calhava de falar as duas línguas em questão, independentemente de nível de educação formal, etc? &#8212; Enfim, divago: estes pensamentos me divertem.</p><p> </p><p>E não sou eu quem afirma que trata-se de um ramo jovem na pesquisa acadêmica e que há mentes inquiridoras dedicadas a formar uma compreensão sobre esta atividade tão multifacetada que é a interpretação: quem o diz é Franz Pöchhacker em seu livro &#8220;<a href="https://www.amazon.com/Introducing-Interpreting-Studies-Franz-P%C3%B6chhacker-ebook/dp/B01AYBKWN4/ref=sr_1_1?dchild=1&amp;keywords=franz+pochhacker&amp;qid=1621358260&amp;sr=8-1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Introducing Interpreting Studies</a>&#8220;.</p><p><img decoding="async" loading="lazy" class="alignnone wp-image-1739 size-full" src="https://helenaw.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Estudio-de-Fotografia-Capa-para-Facebook.png" alt="" width="851" height="315" /></p><p> </p><p>Adoro estudar. Muitos intérpretes sentam lá e interpretam, e muito bem até, sem jamais terem lido uma linha sequer sobre modelos relativos à interpretação nem nada disso. Entretanto, compartilho uma paixãozinha nerd que cultivo desde a graduação e mestrado em filosofia: eu gosto dos porquês. O autor do livro acima mencionado diz que existem &#8220;<em>research-minded practioneers</em>&#8221; = eu. Pelo mero saber? Não. Porque informa minha prática. E sinto que estou apenas começando!</p><h2>É possível estudar a tradução simultânea ao vivo e a cores?</h2><p> </p><p>E, nisso, eu já amei que <em>Herr Pöchhacker</em> deixou claro logo de saída, na introdução, o que sempre me incomoda nos estudos realizados sobre a interpretação: objetividade total é impossível. Ele declara que falará sobre sua perspectiva individual, que exclui diversos tipos de interpretação que ele possivelmente não pratica (um dia escreverei sobre isso e linkarei aqui). Isso sempre me surpreende um pouco: para criar modelos sobre a interpretação ou explicá-la, é preciso dissecá-la, separá-la em partes: ou seja, matá-la.</p><p> </p><p>Uma interpretação viva é livre para tomar qualquer via: a do literalismo, a que prioriza o significado, a que decide entre resumir ou omitir para compensar por velocidade do discurso original&#8230; estudada, é como se fosse tirada uma fotografia deste processo, e ele deixa de ser processo. Isso me instiga e me consome. Mas&#8230; adoro!</p><p> </p><p>Pöchhacker menciona as deficiências causadas por não ter acesso à <span style="font-weight: 400;">bibliografia </span>em idiomas que ele não domina. E tem isso, né? Quando vamos estudar interpretação, certos pares de idiomas são definidos a priori &#8212; imagino eu que de acordo com os idiomas de trabalho dos pesquisadores. Aliás, será que os pesquisadores são <em>necessariamente</em> intérpretes? Deveriam ser. Acho que só quem já sentou dentro de uma cabine (física ou remota) e teve que lidar com um palestrante importante falando conteúdo relevante a mil por hora deveria se atrever a tirar essa tal foto para estudo. É uma sensação sem igual: ou você surfa a onda, ou você afunda, mas o frio na barriga está sempre lá.</p><p> </p><p>Será que já se estudou o frio na barriga?</p><h2>Concessões são feitas para o estudo da tradução simultânea</h2><p> </p><p>Ainda no início da introdução do livro, Pöchhacker admite que a interpretação é um objeto de pesquisa deveras multifacetado. Ao menos este tipo de reconhecimento reconforta, viu? E afirma também que tornar o inglês a &#8220;língua franca&#8221; das pesquisas não resolve o problema complexo que envolve a <span style="text-decoration: underline;">diversidade terminológica</span> e a <span style="text-decoration: underline;">realidade conceitual</span>. (Quero muito saber mais sobre estes dois fatores que ele levanta!)</p><p><img decoding="async" loading="lazy" class="alignnone wp-image-1741 size-full" src="https://helenaw.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Estudio-de-Fotografia-Capa-para-Facebook-1.png" alt="" width="851" height="315" /></p><p> </p><p>O autor diz que seguirá uma abordagem analítica, mas que luta desde o princípio contra a tentação de aceitar uma realidade &#8220;simplesmente dada&#8221;, indiscutível. Talvez o tal lance da foto? Pode ser uma forma de explicar: &#8220;olha, estarei lidando com fotos de um filme, não com o filme, ok?&#8221; Faz sentido, considerando o que Pöchhacker declara a seguir: as escolhas que o intérprete faz em nome da coerência do discurso produzido. Em bom português, é aí que a chapa esquenta!</p><p> </p><p>Claro que não lembro de nada disso ativamente na hora de interpretar: existe um automatismo que os anos de prática trazem e, acreditem, contra o qual se pode (e às vezes, se deve!) lutar. É tão bom, tão libertador saber que, se eu estiver em condições boas (cabeça fresca, boa companhia na cabine etc), eu posso simplesmente <strong>escolher</strong> não seguir a velocidade louca de quem palestra. Fantástico, não? E a mensagem será passada, e a coerência será mantida. Aposto com você.</p><p> </p><p>Mas a liberdade que a teoria traz é assunto para outro post. Continuarei trazendo insights do Franz Pöchhacker pois são muito enriquecedores. Nem que seja apenas para mim mesma &#8211; sabe-se lá se alguém lerá isso, hehe.</p><p> </p><h5>Fique bem. Ouça seu corpo. Respire fundo.</h5><p> </p>					</div>
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		<title>Voltei! Conversemos sobre tradução</title>
		<link>https://helenaw.com.br/blog-de-volta-traducao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Helena Wergles]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 May 2021 18:43:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[tradução]]></category>
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		<category><![CDATA[tradução remota]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O site original helenaw.com.br foi lançado há cerca de 7 anos e tinha uma sessão de blog. Eu fiz, tipo, 10 posts. #fail ou #megafail? Mas, na verdade, eu mal sabia sobre o poder de um blog. Nem desconfiava! Eis que fortes ventos online me rasgaram as velas da navegação virtual Foi uma cascata de [&#8230;]</p>
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]]></description>
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<p></p>


<p>O site original <a href="https://helenaw.com.br/" target="_blank" rel="noopener">helenaw.com.br</a> foi lançado há cerca de 7 anos e tinha uma sessão de blog. Eu fiz, tipo, 10 posts. #fail ou #megafail? Mas, na verdade, eu mal sabia sobre o poder de um blog. Nem desconfiava!</p>
<h4>Eis que fortes ventos online me rasgaram as velas da navegação virtual</h4>
<p>Foi uma cascata de caos: em 2018 perdi acesso ao site e ao servidor. A webdesigner original virou tatuadora: criou ranço de tudo que tivesse a ver com programar e foi viver de arte &#8211; e, por sinal, ela arrasa. Amo quem tem a coragem de mudar de carreira: quanta coragem!</p>
<p>Em 2019, comecei a descobrir como blogs fazem toda a diferença, mas nem acesso ao servidor onde meu site estava hospedado eu tinha! Tentei contato com webdesigners de todo tipo, mas não achei muita gente disposta a me tirar do buraco negro da falta de informações, não. Eu era APAIXONADA pelo meu site antigo. Mas eis que meu barco afundara.</p>
<p>Quando parecia não haver esperança, minha webdesigner original me indicou para <a href="https://www.veda.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ednilson Maia,</a> programador/designer/etc que me salvou do ostracismo online e da hospedagem ruim, de um template obsoleto de WordPress, spamming fora de controle e até&#8230; hackers russos!</p>
<p>Meses depois, chegou o grande dia! O novo site e o novo blog estão oficialmente lançados.<strong> A sensação é a de que tenho um mundo de ideias a compartilhar!</strong></p>
<p>Mas há uma curva de aprendizado: um novo editor dentro do WordPress, novo design do WP em si&#8230; e parabéns a todas as blogueiras e blogueiros e blogueires aí mundo afora vivendo disso, viu? É dureza. Assim, peço-lhes um pouco de paciência e, logo logo, os posts virão. Nem todos terão versão em inglês, mas virão.</p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" src="https://helenaw.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Back-to-blogging-3.png" alt="" width="1019" height="486" /></p>
<h3>Vamos falar sobre tradução simultânea?</h3>
<p>Vamos. É 2021, e 2020 foi ponto de virada no setor. Os eventos passaram a ser remotos. Foi um divisor de águas na carreira de qualquer intérprete, acredite!</p>
<p>Estou doida pra escrever sobre interpretação remota, tradução simultânea via Zoom, trabalhar de um hub (estúdio) de interpretação, tradução com foco em SEO, tradução com foco em Marketing e até mesmo incursões no universo do copywriting e UX writing.</p>
<p>Ok, ok, eu sei que estou mais animada com tudo isso que qualquer pessoa lendo até aqui. É coisa pessoal, mas entendam: tive russos hackers redirecionando meu site para, bem, conteúdos para maiores de 18 anos! Assim, para mim, é uma GRANDE vitória!</p>
<p>Bora blogar!</p>
<p><em>**Este post não tem meta nem foco em SEO. Estou apenas celebrando. Foi dureza chegar até aqui, a este bloco no editor do WordPress onde escrevo estas palavras. É um momento de &#8220;viva!&#8221; = sem demandas!</em></p><p>O post <a rel="nofollow" href="https://helenaw.com.br/blog-de-volta-traducao/">Voltei! Conversemos sobre tradução</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://helenaw.com.br">Helena Wergles</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Helena no Curso HIT de tradução simultânea</title>
		<link>https://helenaw.com.br/helena_hit_traducao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena Wergles]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Feb 2015 14:52:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cursos]]></category>
		<category><![CDATA[formação continuada]]></category>
		<category><![CDATA[interpretação]]></category>
		<category><![CDATA[interpreting]]></category>
		<category><![CDATA[simultaneous translation]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Janeiro e Fevereiro são meses com relativamente pouca demanda em eventos com tradução simultânea. O que fazer nestes períodos, então? Além de se dedicar a outras atividades profissionais relacionadas, como tradução escrita e legendagem, é sempre um bom momento para investir em formação profissional e aprimorar ainda mais o kit de ferramentas linguísticas necessárias à [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Janeiro e Fevereiro são meses com relativamente pouca demanda em eventos com tradução simultânea. O que fazer nestes períodos, então?</p>
<p><figure id="attachment_309" aria-describedby="caption-attachment-309" style="width: 300px" class="wp-caption alignright"><a href="https://helenaw.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Helena-Wergles-no-Curso-Hit.jpg"><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-309 size-medium" src="https://helenaw.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Helena-Wergles-no-Curso-Hit-300x279.jpg" alt="Helena Wergles e a clássica foto com o banner do curso HIT, uma ótima oportunidade para desenvolver e aprimorar habilidades interpretativas em ambiente seguro." width="300" height="279"></a><figcaption id="caption-attachment-309" class="wp-caption-text">Helena Wergles e a clássica foto com o banner do curso HIT, uma ótima oportunidade para desenvolver e aprimorar habilidades interpretativas em ambiente seguro.</figcaption></figure></p>
<p>Além de se dedicar a outras atividades profissionais relacionadas, como tradução escrita e legendagem, é sempre um bom momento para investir em formação profissional e aprimorar ainda mais o kit de ferramentas linguísticas necessárias à tradução simultânea. Foi por este motivo que decidi fazer então o Curso HIT, High-Intensity Interpreting Training, oferecido pelas empresas Versão Brasileira e Comunica.</p>
<p>Trata-se de um curso em que&nbsp;os participantes fazem vários minieventos simulados e são ouvidos e criticados por dois experientes intérpretes: fui logo a primeira dentre os 20 alunos a ser avaliada e&#8230; sucesso! Consegui um ótimo feedback dos intérpretes facilitadores do curso e recebi sugestões sobre como ficar ainda melhor. O curso tem duração de 5 dias, e, tendo recebido minha avaliação logo ao fim do&nbsp;primeiro dia, aproveitei os 4 seguintes para colocar as sugestões em prática nas várias oportunidades e modalidades de atividades que são propostas para este fim, e penso que consegui fazer significativo progresso nesta empreitada.</p>
<p>Alguns detalhes sobre o curso: foram 8 sessões de cabine nos 4 primeiros dias do curso, e três seguidas no último dia. Os alunos se dividiam entre práticas de cabine e sessões de feedback, de maneira que não só fazíamos a tradução simultânea como também tínhamos a oportunidade de refletir sobre que dicas dar pros colegas com base nas dicas que nos foram dadas, também. Eram 6 cabines no total, todas equipadas com aparelhagem moderna oferecida pela empresa Comunica, uma das organizadoras do evento, e contamos com som límpido, sem ruídos ou interferências. Os técnicos de tradução e sonorização também eram desta empresa, de modo que o setup era bem o de um evento real, e tudo correu muito bem tanto no que diz respeito às questões de &#8220;hardware&#8221; (aparelhos, cabines, datashow) quanto nas questões de programação (palestrantes ao vivo &#8211; nada de vídeos! &#8211; falando sobre temas variados e nos mais diversos níveis de dificuldade, material para estudo disponível na pasta compartilhada do curso, etc). Houve também práticas de consecutiva e sessões em que o principal objetivo era nos gravarmos, nos ouvirmos e decidirmos deliberadamente o que melhorar numa repetição do exercício. Uma das principais lições do curso é a utilidade de nos gravarmos. Fica a dica!</p>
<p>Desta maneira, achei o curso bastante proveitoso, pois oferece um ambiente seguro para que possamos ousar e aprimorar a passos largos nossas técnicas em ambiente seguro, para que, na hora de brilhar realmente nos eventos, já estejamos com as sugestões dos instrutores incorporadas ao nosso fazer profissional. Recomendo para outros intérpretes, pois as ferramentas didáticas propostas pelos facilitadores são capazes de ajudar no aprimoramento de intérpretes em diversos níveis de excelência profissional.</p>
<p><a href="https://helenaw.com.br/wp-content/uploads/2014/06/HW-sitelogo-06.png"><img decoding="async" loading="lazy" class="alignleft size-full wp-image-86" src="https://helenaw.com.br/wp-content/uploads/2014/06/HW-sitelogo-06.png" alt="HW-sitelogo-06" width="187" height="54"></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Boas festas tradutórias! Happy translational Holidays!</title>
		<link>https://helenaw.com.br/boas-festas-tradutorias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena Wergles]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Dec 2014 20:42:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aperfeiçoamento profissional]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desejo a você, cliente ou colega tradutor, um feliz período de festas! I wish you, dear client or fellow translator, a happy Holiday Season! &#160;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Desejo a você, cliente ou colega tradutor, um feliz período de festas!</p>
<p>I wish you, dear client or fellow translator, a happy Holiday Season!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://helenaw.com.br/wp-content/uploads/2014/12/Cartão-de-Natal-Helena-Wergles-2014.jpg"><img decoding="async" loading="lazy" class="alignleft wp-image-304 size-large" src="https://helenaw.com.br/wp-content/uploads/2014/12/Cartão-de-Natal-Helena-Wergles-2014-1024x719.jpg" alt="Cartão de Natal Helena Wergles 2014" width="940" height="660"></a></p>
<p><a href="https://helenaw.com.br/wp-content/uploads/2014/06/HW-sitelogo-06.png"><img decoding="async" loading="lazy" class="alignleft size-full wp-image-86" src="https://helenaw.com.br/wp-content/uploads/2014/06/HW-sitelogo-06.png" alt="HW-sitelogo-06" width="187" height="54"></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Conferência de Tradutores nos EUA</title>
		<link>https://helenaw.com.br/conferenciadetradutoresnoseua_ata55/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena Wergles]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2014 16:47:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[conferência]]></category>
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		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Events]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sim, houve uma pausa nos posts, o que é normal em períodos muito ocupados. Mas aqui estou eu, de volta, e com um bem bacana: falarei sobre a experiência que tive no congresso da Associação Americana de Tradutores, realizado no início de novembro na cidade de Chicago, nos EUA. É a 2a vez que participo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><figure id="attachment_297" aria-describedby="caption-attachment-297" style="width: 300px" class="wp-caption alignright"><a href="https://helenaw.com.br/wp-content/uploads/2014/11/HelenaATA2014.jpg"><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-297 size-medium" src="https://helenaw.com.br/wp-content/uploads/2014/11/HelenaATA2014-300x168.jpg" alt="Foto junto ao logo da 55ª conferência da Associação Americana de Tradutores." width="300" height="168"></a><figcaption id="caption-attachment-297" class="wp-caption-text">Foto junto ao logo da 55ª conferência da Associação Americana de Tradutores.</figcaption></figure></p>
<p>Sim, houve uma pausa nos posts, o que é normal em períodos muito ocupados. Mas aqui estou eu, de volta, e com um bem bacana: falarei sobre a experiência que tive no congresso da Associação Americana de Tradutores, realizado no início de novembro na cidade de Chicago, nos EUA.</p>
<p>É a 2a vez que participo deste congresso: a 1ª&nbsp;foi em 2011, em Boston. E, novamente, tive a mesma sensação boa: a de estar presente em um local com vários tradutores e intérpretes bem-sucedidos e interessados em se aprimorar e em achar meios de valorizar ainda mais a sua nobre profissão.</p>
<p>Assisti a várias palestras interessantes sobre tradução e interpretação proferidas por profissionais que claramente dominam bastante os temas sobre os quais falaram, embora tivesse gostado de assistir a mais palestras sobre interpretação de conferências &#8211; uma modalidade que, no mercado americano, detém uma fatia de mercado muito menor do que as chamadas &#8220;community&#8221; e &#8220;legal&#8221; interpreting, que são geralmente feitas em ambientes comunitários (hospitais, escolas, etc,) e jurídicos (tribunais e julgamentos) para imigrantes. Aqui, no Brasil, não é feito amplo uso destas modalidades (ao menos ainda), de modo que os detalhes desta prática acabam ficando um pouco fora de contexto para intérpretes brasileiros.</p>
<p>Uma das coisas que achei interessante ao conversar com os simpáticos expositores dos stands dos prestadores de serviço foi a surpresa deles diante do fato de que não é preciso ter nenhuma certificação oficial para ser intérprete no Brasil. Acredito que, lá nos EUA, as demandas de certificação variem de estado pra estado, mas de todo modo fiquei com a impressão de que não é possível apenas &#8220;resolver&#8221; que vai ser intérprete e sair trabalhando por aí clínicas e hospitais e tribunais (como infelizmente há quem faça no Brasil, sem nem mesmo fazer cursos ou buscar algum meio legítimo de qualificação profissional &#8211; o que não é o meu caso!). Aqui, no Brasil, sei que a interpretação em tribunais pode ser feita apenas por tradutores públicos juramentados, mas, de resto, não há grande exigência de credenciais. Concordo com a surpresa dos meus interlocutores: seria bom que houvesse meios de controlar quem tem ou não treinamento formal ou certificação por associações nacionais e internacionais para praticar a atividade de interpretação: isso seria uma garantia de qualidade.</p>
<p>Mas o highlight deste tipo de evento é sempre o networking: tive a oportunidade de encontrar bons colegas e conhecer profissionais competentes&nbsp;do Brasil e do exterior, e essa troca é sempre importante e prazerosa. Há oportunidades de troca profissional &#8220;formal&#8221;, mas as principais e mais frutíferas são as informais, nas mesas de restaurantes, no karaoquê realizado pela Divisão de Língua Portuguesa (PLD)&#8230; foi muito bacana!</p>
<p>E, no fim, fica sempre o gostinho de &#8220;quero mais&#8221;. Por motivos pessoais já antevistos, será um pouco difícil ir à proxima edição, que será em Miami de 2015, mas&#8230; 2016 está aí pra isso!</p>
<p><a href="https://helenaw.com.br/wp-content/uploads/2014/06/HW-sitelogo-06.png"><img decoding="async" loading="lazy" class="alignleft size-full wp-image-86" src="https://helenaw.com.br/wp-content/uploads/2014/06/HW-sitelogo-06.png" alt="HW-sitelogo-06" width="187" height="54"></a></p>
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		<title>Ser intérprete é&#8230; / Being an interpreter is&#8230;</title>
		<link>https://helenaw.com.br/ser-interprete-e-interpreter/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena Wergles]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2014 23:10:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ser intérprete em tempos de correria é isso aí ao lado: passar duas horas e meia em uma lan-house montando&#160;um glossário entre um compromisso e outro. Eventos com terminologia muito específica (neste caso, médica) exigem o máximo de preparação possível, e essas duas horas e meia na lan-house, somadas a outras cinco em um espaço [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><figure id="attachment_290" aria-describedby="caption-attachment-290" style="width: 225px" class="wp-caption alignright"><a href="https://helenaw.com.br/wp-content/uploads/2014/09/2014-09-23-11.20.00-1.jpg"><img decoding="async" loading="lazy" class="size-medium wp-image-290" src="https://helenaw.com.br/wp-content/uploads/2014/09/2014-09-23-11.20.00-1-225x300.jpg" alt="Helena Wergles preparando um glossário para evento de tradução simultânea em lan house" width="225" height="300" srcset="https://helenaw.com.br/wp-content/uploads/2014/09/2014-09-23-11.20.00-1-225x300.jpg 225w, https://helenaw.com.br/wp-content/uploads/2014/09/2014-09-23-11.20.00-1-768x1024.jpg 768w, https://helenaw.com.br/wp-content/uploads/2014/09/2014-09-23-11.20.00-1-1152x1536.jpg 1152w, https://helenaw.com.br/wp-content/uploads/2014/09/2014-09-23-11.20.00-1-1536x2048.jpg 1536w, https://helenaw.com.br/wp-content/uploads/2014/09/2014-09-23-11.20.00-1-1568x2090.jpg 1568w, https://helenaw.com.br/wp-content/uploads/2014/09/2014-09-23-11.20.00-1-scaled.jpg 1920w" sizes="(max-width: 225px) 100vw, 225px" /></a><figcaption id="caption-attachment-290" class="wp-caption-text">Helena Wergles preparando um glossário para evento de tradução simultânea em lan-house: empenho em primeiro lugar!</figcaption></figure></p>
<p>Ser intérprete em tempos de correria é isso aí ao lado: passar duas horas e meia em uma lan-house montando&nbsp;um glossário entre um compromisso e outro. Eventos com terminologia muito específica (neste caso, médica) exigem o máximo de preparação possível, e essas duas horas e meia na lan-house, somadas a outras cinco em um espaço de coworking foram preciosas horas investidas para garantir qualidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #999999;">Being an interpreter in busy times looks a bit like what you see on this picture: between one appointment and the next, I had to spend two and a half hours in a cyber café so as to put together a glossary for an event which had very specific terminology (in this case, it was a medical event). Events with specific terminology require as much preparation as possible, and those 2h30 at the cyber café and another 5h spent at a coworking space were precious hours invested in order to ensure quality.</span></p>
<p><a href="https://helenaw.com.br/wp-content/uploads/2014/06/HW-sitelogo-06.png"><img decoding="async" loading="lazy" class="alignleft size-full wp-image-86" src="https://helenaw.com.br/wp-content/uploads/2014/06/HW-sitelogo-06.png" alt="HW-sitelogo-06" width="187" height="54"></a></p>
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		<item>
		<title>Legendagem: pedido especial / Subtitling: special request</title>
		<link>https://helenaw.com.br/legendagem-pedido-especial-subtitling-special-request/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena Wergles]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Sep 2014 00:38:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[legendagem]]></category>
		<category><![CDATA[challenge]]></category>
		<category><![CDATA[desafio]]></category>
		<category><![CDATA[subtitling]]></category>
		<category><![CDATA[tradução]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta semana, tive que atender ao pedido especial de uma cliente especial: inserir as legendas de um vídeo na cor ROSA e elevá-las na tela, para ficar por cima de legendas já previamente inseridas em inglês e que não podiam ser suprimidas. Foi desafiador, tenho que admitir. Mas, graças a fóruns na internet, consegui realizar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #808080;">Nesta semana, tive que atender ao pedido especial de uma cliente especial: inserir as legendas de um vídeo na cor ROSA e elevá-las na tela, para ficar por cima de legendas já previamente inseridas em inglês e que não podiam ser suprimidas. Foi desafiador, tenho que admitir. Mas, graças a fóruns na internet, consegui realizar a tarefa utilizando programas gratuitos. A cliente ficou satisfeita, e eu também! Abaixo, dê uma espiada no resultado deste trabalho de legendagem.</span></p>
<p><span style="color: #999999;">This week, I had to see to a special request made by a special client: inserting subtitles in PINK on a video and raising their position on the screen, so that they wouldn&#8217;t cover previously added subtitles in English that could not be edited out. It was challenging, I must admit, but thanks to internet forums I was able to pull it off using a set of free software. The client was pleased and so was I! Take a peek at the result of this subtitling job.</span></p>
<p><a href="https://helenaw.com.br/wp-content/uploads/2014/09/Amostra-de-Legendagem-HelenaW.jpg"><img decoding="async" loading="lazy" class="aligncenter wp-image-282 " src="https://helenaw.com.br/wp-content/uploads/2014/09/Amostra-de-Legendagem-HelenaW.jpg" alt="Amostra de Legendagem HelenaW" width="468" height="271" srcset="https://helenaw.com.br/wp-content/uploads/2014/09/Amostra-de-Legendagem-HelenaW.jpg 639w, https://helenaw.com.br/wp-content/uploads/2014/09/Amostra-de-Legendagem-HelenaW-300x174.jpg 300w" sizes="(max-width: 468px) 100vw, 468px" /></a></p>
<p><a href="https://helenaw.com.br/wp-content/uploads/2014/06/HW-sitelogo-06.png"><img decoding="async" loading="lazy" class="alignright wp-image-86 size-full" src="https://helenaw.com.br/wp-content/uploads/2014/06/HW-sitelogo-06.png" alt="HW-sitelogo-06" width="187" height="54" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Tradução simultânea com aparelho portátil</title>
		<link>https://helenaw.com.br/traducao-simultanea-com-aparelho-portatil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena Wergles]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Aug 2014 18:34:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[conference interpreting]]></category>
		<category><![CDATA[Equipamento de tradução simultânea]]></category>
		<category><![CDATA[interpretação]]></category>
		<category><![CDATA[interpreting]]></category>
		<category><![CDATA[simultaneous translation]]></category>
		<category><![CDATA[tradução simultanea]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O desafio desta semana foi interpretar simultaneamente usando o aparelho de tradução simultânea portátil. Ora, mas qual é o desafio? Não é só fazer a mesma coisa que se faz dentro de uma cabine? Bem, em certa medida, é, mas há uma série de pequenos desafios logísticos que o intérprete precisa lidar rapidamente e com [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O desafio desta semana foi interpretar simultaneamente usando o aparelho de tradução simultânea portátil. Ora, mas qual é o desafio? Não é só fazer a mesma coisa que se faz dentro de uma cabine? Bem, em certa medida, é, mas há uma série de pequenos desafios logísticos que o intérprete precisa lidar rapidamente e com muito jogo de cintura.</p>
<p>Breve descrição do cenário: um workshop em que todos os participantes compreendiam e falavam inglês e português, exceto por UM participante estrangeiro que não dominava o português, e UM professor convidado que solicitou que lhe fosse permitido apresentar em português o seu estudo de alta relevância para o workshop. Assim, fui contratada para traduzir uma única apresentação de meia hora para um único participante, de maneira que atuei sem companhia de um segundo intérprete.</p>
<p>O primeiro desafio foi achar um lugar na sala. Os participantes eram muitos, a sala era pequena e a tradução simultânea<br />
portátil não<img decoding="async" loading="lazy" class="alignright wp-image-269 size-medium" src="https://helenaw.com.br/wp-content/uploads/2014/08/williams-sound-transmitter-horz-300x176.jpg" alt="" width="300" height="176" srcset="https://helenaw.com.br/wp-content/uploads/2014/08/williams-sound-transmitter-horz-300x176.jpg 300w, https://helenaw.com.br/wp-content/uploads/2014/08/williams-sound-transmitter-horz.jpg 403w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /> conta com o isolamento acústico da cabine. Sendo assim, o intérprete precisa falar bem bem bem baixinho, e sua voz é captada pelo microfone que fica plugado em um transmissor, que, no evento em questão, foi exatamente como o da foto ao lado, da marca Williams Sound. Sendo assim, para não atrapalhar os participantes com a minha voz falando junto ao palestrante, tive que achar um cantinho pra mim.</p>
<p>Mas serve qualquer cantinho? Não! O intérprete tem que estar atento para achar um lugar em que ele possa ouvir bem tanto o palestrante quanto as perguntas ao final e, em um lugar que não dá pra circular, tal como em uma sala cheia, o jeito é arrumar um lugar na frente da sala, próximo ao palestrante. <a href="https://helenaw.com.br/wp-content/uploads/2014/08/Williams_Sound_Portable_FM_transmitter-horz.jpg"><img decoding="async" loading="lazy" class="alignleft wp-image-270 " src="https://helenaw.com.br/wp-content/uploads/2014/08/Williams_Sound_Portable_FM_transmitter-horz-300x152.jpg" alt="" width="191" height="97" srcset="https://helenaw.com.br/wp-content/uploads/2014/08/Williams_Sound_Portable_FM_transmitter-horz-300x152.jpg 300w, https://helenaw.com.br/wp-content/uploads/2014/08/Williams_Sound_Portable_FM_transmitter-horz.jpg 465w" sizes="(max-width: 191px) 100vw, 191px" /></a>E não é que tinha um flipchart atrás do qual eu pude colocar minha cadeira e ficar &#8220;escondida&#8221; do público, só audível para o meu único ouvinte através do receptor dele (foto)? Ótimo, perfeito, primeiro desafio resolvido!</p>
<p>E agora, o desafio final: no fim da palestra, do nada, o meu transmissor parou de funcionar. Eu não percebi e continuei traduzindo. Meu ouvinte sinalizou que havia um problema. Olhei para o meu aparelho: desligado, todas as luzes apagadas, sem que eu nada tivesse feito. Tentei religá-lo em vão. Um segundo de pânico. E agora!?</p>
<p>Pois bem, antes mesmo de ter tempo de me preocupar, a solução veio. De onde? Do excelente técnico de som da empresa indicada por mim, que alugou para o cliente o equipamento portátil de tradução simultânea. Ele estava ouvindo a tradução o tempo todo e, no mesmo momento em que o ouvinte percebeu o problema, o técnico já estava vindo com um segundo transmissor. Sim, ele tinha um transmissor reserva, o que é muito importante, como se pode ver. Foi feita a troca e, em questão de segundos, o ouvinte já estava novamente acompanhando a palestra. Nada como um técnico previnido de uma empresa responsável que traz dois transmissores para caso um dê problema e que está ouvindo o trabalho o tempo inteiro!</p>
<p>Assim, como vocês veem, a tradução simultânea não depende apenas do intérprete, mas de todo um conjunto de fatores que precisam estar tão harmonizados quanto possível para o sucesso do evento, sendo que a escolha da empresa que aluga os equipamentos de tradução (cabine, etc.) é um dos itens mais importantes. Resultado da história: cliente satisfeito, agradecimentos e elogios por parte do meu único e simpático ouvinte e a sensação de mais uma missão cumprida!</p>
<p><a href="https://helenaw.com.br/wp-content/uploads/2014/06/HW-sitelogo-06.png"><img decoding="async" loading="lazy" class="alignleft wp-image-86 size-full" src="https://helenaw.com.br/wp-content/uploads/2014/06/HW-sitelogo-06.png" alt="HW-sitelogo-06" width="187" height="54" /></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tradução simultânea: &#8220;behind the scenes&#8221;</title>
		<link>https://helenaw.com.br/sneak-peek-espiadinha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena Wergles]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Aug 2014 17:40:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[event]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[interpretação]]></category>
		<category><![CDATA[interpreting]]></category>
		<category><![CDATA[preparação]]></category>
		<category><![CDATA[preparation]]></category>
		<category><![CDATA[simultaneous translation]]></category>
		<category><![CDATA[tradução simultanea]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vou postar aqui algumas fotos tiradas por mim em eventos com tradução simultânea (sem revelar a identidade do cliente ou do evento propriamente dito &#8211; a confidencialidade vem sempre em primeiro lugar!). A ideia é dar a vocês uma ideia de como o evento é visto e vivido a partir da perspectiva do intérprete. Na [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><figure id="attachment_227" aria-describedby="caption-attachment-227" style="width: 265px" class="wp-caption alignright"><a href="https://helenaw.com.br/wp-content/uploads/2014/08/2014-08-06-19.36.07_edit.jpg"><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-227" src="https://helenaw.com.br/wp-content/uploads/2014/08/2014-08-06-19.36.07_edit-200x300.jpg" alt="Preparação para evento científico / Getting ready for interpreting at a scientific event" width="265" height="434" /></a><figcaption id="caption-attachment-227" class="wp-caption-text">Preparação para evento científico / Getting ready for interpreting at a scientific event</figcaption></figure></p>
<p><strong>Vou postar aqui algumas fotos tiradas por mim em eventos com tradução simultânea (sem revelar a identidade do cliente ou do evento propriamente dito &#8211; a confidencialidade vem sempre em primeiro lugar!). A ideia é dar a vocês uma ideia de como o evento é visto e vivido a partir da perspectiva do intérprete.</strong></p>
<p><span style="color: #999999;">Na tela do computador, há um arquivo de excel: é um extenso glossário preparado por mim com base em uma apresentação de power-point enviada com antecedência pelo cliente. Foi assim que aprendi a terminologia científica que seria utilizada. Os post-its contêm as palavras mais difíceis que poderiam fugir da lembrança imediata, então foi por isso que decidi mantê-las bem diante dos meus olhos. Foi um evento difícil, mas o cliente mostrou-se satisfeito no final, e é isso que importa!</span></p>
<p><strong>I&#8217;ll be posting here some pictures taken by me in real life simultaneous translation events (without revealing the client&#8217;s identity or anything about the event itself &#8211; confidentiality always comes first!), so that you can have a glimpse of how the events are seen and experienced from the interpreter&#8217;s perspective.</strong></p>
<p><span style="color: #999999;">On the computer screen, you can see an excel file: an extensive glossary which I prepared based on a power-point presentation sent well in beforehand by the client. That&#8217;s how I learned the specific scientific terminology that would be used. The post-its contain the most difficult words that could escape immediate recollection, so that&#8217;s why I decided to keep them right before my eyes. It was a tough event, but the client was happy at the end, and that&#8217;s all that matters!</span></p>
<p><a href="https://helenaw.com.br/wp-content/uploads/2014/06/HW-sitelogo-06.png"><img decoding="async" loading="lazy" class="alignright wp-image-86 size-full" src="https://helenaw.com.br/wp-content/uploads/2014/06/HW-sitelogo-06.png" alt="HW-sitelogo-06" width="187" height="54" /></a></p>
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