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	<title>Arquivos tradução remota - Helena Wergles</title>
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	<description>intérprete e tradutora · interpreter and translator</description>
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	<title>Arquivos tradução remota - Helena Wergles</title>
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		<title>A tradução simultânea&#8230; explicada?</title>
		<link>https://helenaw.com.br/a-traducao-simultanea-explicada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena Wergles]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 May 2021 19:16:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Simultaneous translation]]></category>
		<category><![CDATA[Tradução Simultânea]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa sobre tradução simultânea]]></category>
		<category><![CDATA[teoria da tradução simultânea]]></category>
		<category><![CDATA[tradução remota]]></category>
		<category><![CDATA[tradução simultanea]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Será que tradução simultânea é só "sentar e fazer"?</p>
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				<p> </p><p>Opa, peraí, tradução simultânea explicada? Simples! Palestrante fala, o intérprete repete no outro idioma. Não é isso?</p><p> </p><p>Bem, não deixa de ser isso, mas o fato é que pesquisadores do mundo inteiro vêm tentando destrinchar melhor um pouco mais esta atividade ao longo dos poucos anos que esta prática existe enquanto prática de tradução oral intermediada por aparelhos.</p><p> </p><p>Sim, pois &#8220;interpretação&#8221; sempre existiu: gosto de imaginar mercadores antiquíssimos tentando negociar descontos através de intérpretes improvisados. Quantas guerras (ou armistícios, espero!) foram causados por uma interpretação consecutiva/intermitente ali de última hora praticada sem técnica nenhuma por uma pessoa que calhava de falar as duas línguas em questão, independentemente de nível de educação formal, etc? &#8212; Enfim, divago: estes pensamentos me divertem.</p><p> </p><p>E não sou eu quem afirma que trata-se de um ramo jovem na pesquisa acadêmica e que há mentes inquiridoras dedicadas a formar uma compreensão sobre esta atividade tão multifacetada que é a interpretação: quem o diz é Franz Pöchhacker em seu livro &#8220;<a href="https://www.amazon.com/Introducing-Interpreting-Studies-Franz-P%C3%B6chhacker-ebook/dp/B01AYBKWN4/ref=sr_1_1?dchild=1&amp;keywords=franz+pochhacker&amp;qid=1621358260&amp;sr=8-1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Introducing Interpreting Studies</a>&#8220;.</p><p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-1739 size-full" src="https://helenaw.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Estudio-de-Fotografia-Capa-para-Facebook.png" alt="" width="851" height="315" /></p><p> </p><p>Adoro estudar. Muitos intérpretes sentam lá e interpretam, e muito bem até, sem jamais terem lido uma linha sequer sobre modelos relativos à interpretação nem nada disso. Entretanto, compartilho uma paixãozinha nerd que cultivo desde a graduação e mestrado em filosofia: eu gosto dos porquês. O autor do livro acima mencionado diz que existem &#8220;<em>research-minded practioneers</em>&#8221; = eu. Pelo mero saber? Não. Porque informa minha prática. E sinto que estou apenas começando!</p><h2>É possível estudar a tradução simultânea ao vivo e a cores?</h2><p> </p><p>E, nisso, eu já amei que <em>Herr Pöchhacker</em> deixou claro logo de saída, na introdução, o que sempre me incomoda nos estudos realizados sobre a interpretação: objetividade total é impossível. Ele declara que falará sobre sua perspectiva individual, que exclui diversos tipos de interpretação que ele possivelmente não pratica (um dia escreverei sobre isso e linkarei aqui). Isso sempre me surpreende um pouco: para criar modelos sobre a interpretação ou explicá-la, é preciso dissecá-la, separá-la em partes: ou seja, matá-la.</p><p> </p><p>Uma interpretação viva é livre para tomar qualquer via: a do literalismo, a que prioriza o significado, a que decide entre resumir ou omitir para compensar por velocidade do discurso original&#8230; estudada, é como se fosse tirada uma fotografia deste processo, e ele deixa de ser processo. Isso me instiga e me consome. Mas&#8230; adoro!</p><p> </p><p>Pöchhacker menciona as deficiências causadas por não ter acesso à <span style="font-weight: 400;">bibliografia </span>em idiomas que ele não domina. E tem isso, né? Quando vamos estudar interpretação, certos pares de idiomas são definidos a priori &#8212; imagino eu que de acordo com os idiomas de trabalho dos pesquisadores. Aliás, será que os pesquisadores são <em>necessariamente</em> intérpretes? Deveriam ser. Acho que só quem já sentou dentro de uma cabine (física ou remota) e teve que lidar com um palestrante importante falando conteúdo relevante a mil por hora deveria se atrever a tirar essa tal foto para estudo. É uma sensação sem igual: ou você surfa a onda, ou você afunda, mas o frio na barriga está sempre lá.</p><p> </p><p>Será que já se estudou o frio na barriga?</p><h2>Concessões são feitas para o estudo da tradução simultânea</h2><p> </p><p>Ainda no início da introdução do livro, Pöchhacker admite que a interpretação é um objeto de pesquisa deveras multifacetado. Ao menos este tipo de reconhecimento reconforta, viu? E afirma também que tornar o inglês a &#8220;língua franca&#8221; das pesquisas não resolve o problema complexo que envolve a <span style="text-decoration: underline;">diversidade terminológica</span> e a <span style="text-decoration: underline;">realidade conceitual</span>. (Quero muito saber mais sobre estes dois fatores que ele levanta!)</p><p><img decoding="async" loading="lazy" class="alignnone wp-image-1741 size-full" src="https://helenaw.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Estudio-de-Fotografia-Capa-para-Facebook-1.png" alt="" width="851" height="315" /></p><p> </p><p>O autor diz que seguirá uma abordagem analítica, mas que luta desde o princípio contra a tentação de aceitar uma realidade &#8220;simplesmente dada&#8221;, indiscutível. Talvez o tal lance da foto? Pode ser uma forma de explicar: &#8220;olha, estarei lidando com fotos de um filme, não com o filme, ok?&#8221; Faz sentido, considerando o que Pöchhacker declara a seguir: as escolhas que o intérprete faz em nome da coerência do discurso produzido. Em bom português, é aí que a chapa esquenta!</p><p> </p><p>Claro que não lembro de nada disso ativamente na hora de interpretar: existe um automatismo que os anos de prática trazem e, acreditem, contra o qual se pode (e às vezes, se deve!) lutar. É tão bom, tão libertador saber que, se eu estiver em condições boas (cabeça fresca, boa companhia na cabine etc), eu posso simplesmente <strong>escolher</strong> não seguir a velocidade louca de quem palestra. Fantástico, não? E a mensagem será passada, e a coerência será mantida. Aposto com você.</p><p> </p><p>Mas a liberdade que a teoria traz é assunto para outro post. Continuarei trazendo insights do Franz Pöchhacker pois são muito enriquecedores. Nem que seja apenas para mim mesma &#8211; sabe-se lá se alguém lerá isso, hehe.</p><p> </p><h5>Fique bem. Ouça seu corpo. Respire fundo.</h5><p> </p>					</div>
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		<title>Voltei! Conversemos sobre tradução</title>
		<link>https://helenaw.com.br/blog-de-volta-traducao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Helena Wergles]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 May 2021 18:43:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[tradução]]></category>
		<category><![CDATA[Tradução Simultânea]]></category>
		<category><![CDATA[tradução online]]></category>
		<category><![CDATA[tradução remota]]></category>
		<category><![CDATA[tradução simultanea]]></category>
		<category><![CDATA[tradução via zoom]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O site original helenaw.com.br foi lançado há cerca de 7 anos e tinha uma sessão de blog. Eu fiz, tipo, 10 posts. #fail ou #megafail? Mas, na verdade, eu mal sabia sobre o poder de um blog. Nem desconfiava! Eis que fortes ventos online me rasgaram as velas da navegação virtual Foi uma cascata de [&#8230;]</p>
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<p>O site original <a href="https://helenaw.com.br/" target="_blank" rel="noopener">helenaw.com.br</a> foi lançado há cerca de 7 anos e tinha uma sessão de blog. Eu fiz, tipo, 10 posts. #fail ou #megafail? Mas, na verdade, eu mal sabia sobre o poder de um blog. Nem desconfiava!</p>
<h4>Eis que fortes ventos online me rasgaram as velas da navegação virtual</h4>
<p>Foi uma cascata de caos: em 2018 perdi acesso ao site e ao servidor. A webdesigner original virou tatuadora: criou ranço de tudo que tivesse a ver com programar e foi viver de arte &#8211; e, por sinal, ela arrasa. Amo quem tem a coragem de mudar de carreira: quanta coragem!</p>
<p>Em 2019, comecei a descobrir como blogs fazem toda a diferença, mas nem acesso ao servidor onde meu site estava hospedado eu tinha! Tentei contato com webdesigners de todo tipo, mas não achei muita gente disposta a me tirar do buraco negro da falta de informações, não. Eu era APAIXONADA pelo meu site antigo. Mas eis que meu barco afundara.</p>
<p>Quando parecia não haver esperança, minha webdesigner original me indicou para <a href="https://www.veda.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ednilson Maia,</a> programador/designer/etc que me salvou do ostracismo online e da hospedagem ruim, de um template obsoleto de WordPress, spamming fora de controle e até&#8230; hackers russos!</p>
<p>Meses depois, chegou o grande dia! O novo site e o novo blog estão oficialmente lançados.<strong> A sensação é a de que tenho um mundo de ideias a compartilhar!</strong></p>
<p>Mas há uma curva de aprendizado: um novo editor dentro do WordPress, novo design do WP em si&#8230; e parabéns a todas as blogueiras e blogueiros e blogueires aí mundo afora vivendo disso, viu? É dureza. Assim, peço-lhes um pouco de paciência e, logo logo, os posts virão. Nem todos terão versão em inglês, mas virão.</p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" src="https://helenaw.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Back-to-blogging-3.png" alt="" width="1019" height="486" /></p>
<h3>Vamos falar sobre tradução simultânea?</h3>
<p>Vamos. É 2021, e 2020 foi ponto de virada no setor. Os eventos passaram a ser remotos. Foi um divisor de águas na carreira de qualquer intérprete, acredite!</p>
<p>Estou doida pra escrever sobre interpretação remota, tradução simultânea via Zoom, trabalhar de um hub (estúdio) de interpretação, tradução com foco em SEO, tradução com foco em Marketing e até mesmo incursões no universo do copywriting e UX writing.</p>
<p>Ok, ok, eu sei que estou mais animada com tudo isso que qualquer pessoa lendo até aqui. É coisa pessoal, mas entendam: tive russos hackers redirecionando meu site para, bem, conteúdos para maiores de 18 anos! Assim, para mim, é uma GRANDE vitória!</p>
<p>Bora blogar!</p>
<p><em>**Este post não tem meta nem foco em SEO. Estou apenas celebrando. Foi dureza chegar até aqui, a este bloco no editor do WordPress onde escrevo estas palavras. É um momento de &#8220;viva!&#8221; = sem demandas!</em></p><p>O post <a rel="nofollow" href="https://helenaw.com.br/blog-de-volta-traducao/">Voltei! Conversemos sobre tradução</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://helenaw.com.br">Helena Wergles</a>.</p>
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