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	<title>Arquivos Simultaneous translation - Helena Wergles</title>
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	<description>intérprete e tradutora · interpreter and translator</description>
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	<title>Arquivos Simultaneous translation - Helena Wergles</title>
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		<title>Tradução simultânea ou consecutiva online?</title>
		<link>https://helenaw.com.br/traducao-simultanea-ou-consecutiva-online/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena Wergles]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jul 2021 17:18:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[conference interpreting]]></category>
		<category><![CDATA[Simultaneous translation]]></category>
		<category><![CDATA[Tradução Simultânea]]></category>
		<category><![CDATA[interpretação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há cenários em que a tradução simultânea é a mais indicada (quase todos!). Mas, claro que há espaço para a consecutiva. É uma modalidade muito importante, por exemplo, quando se trata de assuntos políticos em que se precisa olhar olho no olho, sem ter a atenção dividida com a voz do intérprete. Entretanto, a consecutiva [&#8230;]</p>
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<p>Há cenários em que a tradução simultânea é a mais indicada (quase todos!).  Mas, claro que há espaço para a consecutiva. É uma modalidade muito importante, por exemplo, quando se trata de assuntos políticos em que se precisa olhar olho no olho, sem ter a atenção dividida com a voz do intérprete. Entretanto, a consecutiva brilha apenas em ocasiões pontuais.</p>



<p>Qual é a grande vantagem da tradução simultânea sobre a consecutiva? TEMPO. Dizem que é dinheiro, certo? Mais que dinheiro, <em>time is of the essence</em>, a essência da vida!</p>



<p>Como isso tem a ver com interpretação consecutiva? Bem, digamos que uma palestra vá durar 1h. <strong>Se for ter tradução consecutiva, o palestrante precisa, na verdade, desenvolver conteúdo para 20 minutos.</strong> Só isso? Sim, pois outros 20 irão na interpretação e ficam 20 para perguntas e respostas (também interpretadas consecutivamente).</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://helenaw.com.br/wp-content/uploads/2021/07/Time-running-out.png" alt="O tempo vale ouro" class="wp-image-1754" width="738"/><figcaption>O tempo é o bem mais precioso que temos.</figcaption></figure></div>



<p><strong>Quando se trata de interpretação online (<em>Remote Simultaneous Interpretation</em>, ou RSI para os íntimos da indústria), a ênfase na tradução simultânea aumenta.</strong> Estamos em 2021: praticamente todo mundo já participou de reuniões via <em>Zoom</em>, <em>Teams </em>ou <em>Meet</em>. Passar horas olhando para uma tela é cansativo e as distrações são muitas: do carro do ovo à obra do vizinho, passando por pets, crianças, probleminhas na internet&#8230; Pedir que uma pessoa fique diante de uma tela durante 2x mais o tempo que ela deveria ficar, para a tradução consecutiva, é quase crueldade!</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como é feita a tradução simultânea remota?</h2>



<p>A plataforma Zoom, até o momento, é a única ferramenta de amplo uso que possibilita a realização de tradução simultânea online. Mas é preciso ter a conta corporativa e verificar se a conta tem a funcionalidade de interpretação. Quando for agendar sua reunião, lembre de marcar a opção da interpretação simultânea nas configurações do agendamento. <em>Voilà!</em></p>



<p>Estamos no auge da era do dinamismo, contratantes! Vamos surfar a onda!</p>



<p>Colegas intérpretes que estiverem lendo este post: recomendo que sempre tentem explicar as questões de tempo suscitadas pela interpretação consecutiva aos contratantes. Quando ignoradas, o resultado normalmente é frustração: do palestrante, que correu ou não fechou seu conteúdo, dos participantes porque não absorveram tudo e da organização do evento.</p>



<p>E é isso: a tradução simultânea remota veio para ficar!</p>
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		<title>A tradução simultânea&#8230; explicada?</title>
		<link>https://helenaw.com.br/a-traducao-simultanea-explicada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Helena Wergles]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 May 2021 19:16:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Simultaneous translation]]></category>
		<category><![CDATA[Tradução Simultânea]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa sobre tradução simultânea]]></category>
		<category><![CDATA[teoria da tradução simultânea]]></category>
		<category><![CDATA[tradução remota]]></category>
		<category><![CDATA[tradução simultanea]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://helenaw.com.br/?p=1734</guid>

					<description><![CDATA[<p>Será que tradução simultânea é só "sentar e fazer"?</p>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="1734" class="elementor elementor-1734">
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				<p> </p><p>Opa, peraí, tradução simultânea explicada? Simples! Palestrante fala, o intérprete repete no outro idioma. Não é isso?</p><p> </p><p>Bem, não deixa de ser isso, mas o fato é que pesquisadores do mundo inteiro vêm tentando destrinchar melhor um pouco mais esta atividade ao longo dos poucos anos que esta prática existe enquanto prática de tradução oral intermediada por aparelhos.</p><p> </p><p>Sim, pois &#8220;interpretação&#8221; sempre existiu: gosto de imaginar mercadores antiquíssimos tentando negociar descontos através de intérpretes improvisados. Quantas guerras (ou armistícios, espero!) foram causados por uma interpretação consecutiva/intermitente ali de última hora praticada sem técnica nenhuma por uma pessoa que calhava de falar as duas línguas em questão, independentemente de nível de educação formal, etc? &#8212; Enfim, divago: estes pensamentos me divertem.</p><p> </p><p>E não sou eu quem afirma que trata-se de um ramo jovem na pesquisa acadêmica e que há mentes inquiridoras dedicadas a formar uma compreensão sobre esta atividade tão multifacetada que é a interpretação: quem o diz é Franz Pöchhacker em seu livro &#8220;<a href="https://www.amazon.com/Introducing-Interpreting-Studies-Franz-P%C3%B6chhacker-ebook/dp/B01AYBKWN4/ref=sr_1_1?dchild=1&amp;keywords=franz+pochhacker&amp;qid=1621358260&amp;sr=8-1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Introducing Interpreting Studies</a>&#8220;.</p><p><img decoding="async" loading="lazy" class="alignnone wp-image-1739 size-full" src="https://helenaw.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Estudio-de-Fotografia-Capa-para-Facebook.png" alt="" width="851" height="315" /></p><p> </p><p>Adoro estudar. Muitos intérpretes sentam lá e interpretam, e muito bem até, sem jamais terem lido uma linha sequer sobre modelos relativos à interpretação nem nada disso. Entretanto, compartilho uma paixãozinha nerd que cultivo desde a graduação e mestrado em filosofia: eu gosto dos porquês. O autor do livro acima mencionado diz que existem &#8220;<em>research-minded practioneers</em>&#8221; = eu. Pelo mero saber? Não. Porque informa minha prática. E sinto que estou apenas começando!</p><h2>É possível estudar a tradução simultânea ao vivo e a cores?</h2><p> </p><p>E, nisso, eu já amei que <em>Herr Pöchhacker</em> deixou claro logo de saída, na introdução, o que sempre me incomoda nos estudos realizados sobre a interpretação: objetividade total é impossível. Ele declara que falará sobre sua perspectiva individual, que exclui diversos tipos de interpretação que ele possivelmente não pratica (um dia escreverei sobre isso e linkarei aqui). Isso sempre me surpreende um pouco: para criar modelos sobre a interpretação ou explicá-la, é preciso dissecá-la, separá-la em partes: ou seja, matá-la.</p><p> </p><p>Uma interpretação viva é livre para tomar qualquer via: a do literalismo, a que prioriza o significado, a que decide entre resumir ou omitir para compensar por velocidade do discurso original&#8230; estudada, é como se fosse tirada uma fotografia deste processo, e ele deixa de ser processo. Isso me instiga e me consome. Mas&#8230; adoro!</p><p> </p><p>Pöchhacker menciona as deficiências causadas por não ter acesso à <span style="font-weight: 400;">bibliografia </span>em idiomas que ele não domina. E tem isso, né? Quando vamos estudar interpretação, certos pares de idiomas são definidos a priori &#8212; imagino eu que de acordo com os idiomas de trabalho dos pesquisadores. Aliás, será que os pesquisadores são <em>necessariamente</em> intérpretes? Deveriam ser. Acho que só quem já sentou dentro de uma cabine (física ou remota) e teve que lidar com um palestrante importante falando conteúdo relevante a mil por hora deveria se atrever a tirar essa tal foto para estudo. É uma sensação sem igual: ou você surfa a onda, ou você afunda, mas o frio na barriga está sempre lá.</p><p> </p><p>Será que já se estudou o frio na barriga?</p><h2>Concessões são feitas para o estudo da tradução simultânea</h2><p> </p><p>Ainda no início da introdução do livro, Pöchhacker admite que a interpretação é um objeto de pesquisa deveras multifacetado. Ao menos este tipo de reconhecimento reconforta, viu? E afirma também que tornar o inglês a &#8220;língua franca&#8221; das pesquisas não resolve o problema complexo que envolve a <span style="text-decoration: underline;">diversidade terminológica</span> e a <span style="text-decoration: underline;">realidade conceitual</span>. (Quero muito saber mais sobre estes dois fatores que ele levanta!)</p><p><img decoding="async" loading="lazy" class="alignnone wp-image-1741 size-full" src="https://helenaw.com.br/wp-content/uploads/2021/05/Estudio-de-Fotografia-Capa-para-Facebook-1.png" alt="" width="851" height="315" /></p><p> </p><p>O autor diz que seguirá uma abordagem analítica, mas que luta desde o princípio contra a tentação de aceitar uma realidade &#8220;simplesmente dada&#8221;, indiscutível. Talvez o tal lance da foto? Pode ser uma forma de explicar: &#8220;olha, estarei lidando com fotos de um filme, não com o filme, ok?&#8221; Faz sentido, considerando o que Pöchhacker declara a seguir: as escolhas que o intérprete faz em nome da coerência do discurso produzido. Em bom português, é aí que a chapa esquenta!</p><p> </p><p>Claro que não lembro de nada disso ativamente na hora de interpretar: existe um automatismo que os anos de prática trazem e, acreditem, contra o qual se pode (e às vezes, se deve!) lutar. É tão bom, tão libertador saber que, se eu estiver em condições boas (cabeça fresca, boa companhia na cabine etc), eu posso simplesmente <strong>escolher</strong> não seguir a velocidade louca de quem palestra. Fantástico, não? E a mensagem será passada, e a coerência será mantida. Aposto com você.</p><p> </p><p>Mas a liberdade que a teoria traz é assunto para outro post. Continuarei trazendo insights do Franz Pöchhacker pois são muito enriquecedores. Nem que seja apenas para mim mesma &#8211; sabe-se lá se alguém lerá isso, hehe.</p><p> </p><h5>Fique bem. Ouça seu corpo. Respire fundo.</h5><p> </p>					</div>
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